
O endividamento das famílias brasileiras atingiu 49,9% em fevereiro, o maior patamar da série histórica do Banco Central. O comprometimento da renda com dívidas chegou a 29,7%, sendo 10,63% só com pagamento de juros.
O cartão de crédito rotativo é um dos principais vilões: juros de 428,3% ao ano em março, mas a concessão nessa modalidade somou R$ 109,7 bilhões no primeiro trimestre, alta de 9,7% sobre o mesmo período de 2025.
O governo prepara um Desenrola 2.0 usando recursos do FGTS para renegociação de dívidas, com uma trava: quem aderir não poderá contrair novas linhas de crédito caras, como o rotativo do cartão.