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O levantamento divulgado nesta terça-feira (14/4) pelo CNT de Opinião mostra que 71,9% dos entrevistados consideram as chamadas “bets” um grande problema no país, em meio ao avanço dessas plataformas e seus efeitos no cotidiano.

Os dados indicam que a prática é associada principalmente a riscos sociais e financeiros. Para 37,6% dos entrevistados, as apostas configuram um vício. Outros 18,8% apontam o endividamento como principal consequência, enquanto 11,6% relacionam diretamente a atividade a impactos na saúde mental.

Apesar da popularização das plataformas, metade da população (50,4%) afirma não participar de apostas on-line. Por outro lado, 31,7% dizem ter alguém próximo que aposta com frequência, e 11,3% admitem que fazem apostas.

A pesquisa também revela divisão sobre como o tema deve ser tratado no país. Para 38% dos entrevistados, as apostas deveriam ser proibidas no Brasil. Já 22% defendem maior fiscalização sobre a atividade, indicando pressão por algum tipo de controle mais rigoroso.

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