Publicidade

Israel publica modelo 3D de suposto bunker do aiatolá Ali Khamenei em Teerã

Forças do país dizem ter bombardeado o complexo na manhã desta sexta. Segundo Tel Aviv, Khamenei foi morto em ataque no dia 28 antes de conseguir chegar ao local. As forças de Israel divulgaram nesta sexta-feira (6) o vídeo do que seria um modelo 3D de um bunker usado pelo aiatolá Khamenei, então supremo líder do Irã, na capital do país, Teerã. Tel Aviv anunciou ter bombardeado o local mais cedo. Khamenei foi morto aos 86 anos, no último sábado (28), após bombardeios de Israel e EUA contra o território iraniano. O Irã respondeu às agressões, e os países têm trocado agressões desde então. Bases americanas em outros países também têm sido alvos, bem como áreas civis de outras nações do Golfo Pérsico e de Omã. De acordo com o vídeo de propaganda militar de Israel, o bunker de Khamenei ficaria no subterrâneo de uma área central de Teerã, entre os edifícios dos gabinetes presidenciais e do líder supremo. Ele incluiria diversos pontos de entrada e saída que se estendem por diversos quarteirões da capital. As instalações eram usadas “pela liderança do regime para fazer guerra contra o Estado de Israel, reprimir o povo iraniano e levar a cabo ideologias extremistas”, segundo o vídeo divulgado pelos militares. Na simulação dos israelenses, o bunker aparece decorado com imagens de encontros de Ali Khamenei com outros inimigos do Estado de Israel, como o líder militar do Hamas Yahya Sinwar, morto em combate na Faixa de Gaza em 2024. Mais cedo, Israel divulgou imagens do que afirmam ser um ataque para desmantelar um bunker que era do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. Cerca de 50 caças participaram da operação. Os israelenses afirmaram em comunicado que Khamenei “foi morto antes que pudesse usar o bunker”, em referência ao ataque conjunto dos EUA e de Israel que o assassinou, ocorrido no sábado. Segundo Israel, o bunker continuou a ser utilizado por funcionários de alto escalão do regime iraniano mesmo após a morte de Khamenei. Ainda não se sabe, até a última atualização desta reportagem, se o ataque deixou mortos ou feridos.

A farra do Ibovespa acabou? O que esperar da bolsa em meio à guerra no Oriente Médio

O investimento estrangeiro na B3 já soma R$ 42,56 bilhões e impulsionou a bolsa uma sequência de recordes em 2026. Mas o cenário de tensão leva investidores a reduzir riscos e pode interromper a sequência de altas. Em 2026, o dinheiro estrangeiro voltou com força à bolsa brasileira. Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta. Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos. A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores. Desde o início do conflito, a bolsa acumula queda de 4,41% e retornou aos 180 mil pontos. Se antes os investidores estavam mais dispostos a correr riscos, em momentos de tensão internacional ocorre o movimento inverso, conhecido como “flight to quality”: investidores deixam as bolsas de valores e passam a preferir aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro. Diante desse cenário, é possível dizer que a fase de forte valorização da bolsa brasileira chegou ao fim? Para especialistas ouvidos pelo g1, a entrada de capital estrangeiro ainda pode continuar ao longo de 2026, mas o ritmo deve depender do cenário internacional. Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

SUS oferece atendimento para dependentes de jogos de apostas via aplicativos

Serviço gratuito é realizado pelo Meu SUS Digital e pode atender cerca de 600 pacientes por mês O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a ofertar teleatendimento em saúde mental para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas. O serviço é gratuito, confidencial e está disponível para brasileiros de todos os estados por meio do aplicativo Meu SUS Digital. A iniciativa foi anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e integra um conjunto de ações do Governo Federal para o enfrentamento desse problema de saúde pública. A expectativa inicial é atender cerca de 600 pacientes por mês, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Para viabilizar o serviço, o Ministério da Saúde investiu R$ 2,5 milhões por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde. Segundo a pasta, o teleatendimento foi estruturado para ampliar o acesso ao cuidado, especialmente para quem enfrenta dificuldades em procurar ajuda presencial, seja por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Em 2025, o SUS registrou 6.157 atendimentos presenciais relacionados a jogos e apostas. O atendimento édestinado a pessoas com 18 anos ou mais, além de familiares e integrantes da rede de apoio. O cadastro pode ser feito 24 horas por dia, em ambiente seguro, com proteção das informações garantida pela Lei Geral de Proteção de Dados. As consultas são realizadas por vídeo, com duração média de 45 minutos, e podem fazer parte de ciclos estruturados de cuidado com até 13 atendimentos, individuais ou em grupo. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e com a atenção básica para integração com os serviços locais. Como acessar Para utilizar o serviço, é necessário baixar gratuitamente o aplicativo Meu SUS Digital, disponível para Android, iOS e versão web, fazer login com a conta gov.br e acessar a área “Miniapps”. Em seguida, o usuário deve selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”. O aplicativo disponibiliza um auto teste baseado em evidências científicas. Caso o resultado indique risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Em situações de menor risco, o usuário é orientado a procurar a Rede de Atenção Psicossocial, que inclui Centros de Atenção Psicossocial e Unidades Básicas de Saúde. O modelo prevê telemonitoramento e integração com a rede do SUS, com possibilidade de encaminhamento para atendimento presencial quando necessário. Fonte: Brasil 61

Institucional

Contatos

Feito por  GreenFlow 👽